domingo, setembro 24, 2006

O fotógrafo Leonardo Henricksen é a mira


O limite é tênue.
Na linha de frente quando a missão do fotógrafo é revelar a violência do Estado ele deve buscar distância e objetividade para ter um ângulo de visão privilegiado. A busca de um lugar panóptico, o lugar que possibilita uma visão abrangente e simula uma posição externa ao evento.
Em junho de 1973, o fotógrafo Leonardo Henricksen, filma seu próprio assassinado.

As duas miras foram acionadas no mesmo instante, enquanto uma filma e fotografa, a outra mata.

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