
Estamira é a intratável realidade de Barthes em movimento, é a subjetividade de Marcos Prado, Estamira é a mira que Susan Sontag (apud Arlindo Machado) observa e afirma que existe uma afinidade a técnica e o operacional, entre a câmera fotográfica e o fuzil: ambos têm o mesmo dispositivo de mira, o fotógrafo então apontou a camera para esta mira, ESTAMIRA uma doce loucura em movimento, e é muito bom que a loucura nos empreste momentos de lucidez em relação a fé, ao consumo, ao trabalho, ao dinheiro e a felicidade. A missão de Estamira é "falar a verdade, somente a verdade, nem que seja a mentira para jogar na cara..."
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