Mundo-Imagem
sábado, abril 07, 2007
sexta-feira, abril 06, 2007
Fotos de Henri Cartier-Bresson
Jean Baudrillard fala sobre imagem
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domingo, setembro 24, 2006
O fotógrafo Leonardo Henricksen é a mira

O limite é tênue.
Na linha de frente quando a missão do fotógrafo é revelar a violência do Estado ele deve buscar distância e objetividade para ter um ângulo de visão privilegiado. A busca de um lugar panóptico, o lugar que possibilita uma visão abrangente e simula uma posição externa ao evento.
Em junho de 1973, o fotógrafo Leonardo Henricksen, filma seu próprio assassinado.
As duas miras foram acionadas no mesmo instante, enquanto uma filma e fotografa, a outra mata.
quarta-feira, setembro 20, 2006
ESTAMIRA

Estamira é a intratável realidade de Barthes em movimento, é a subjetividade de Marcos Prado, Estamira é a mira que Susan Sontag (apud Arlindo Machado) observa e afirma que existe uma afinidade a técnica e o operacional, entre a câmera fotográfica e o fuzil: ambos têm o mesmo dispositivo de mira, o fotógrafo então apontou a camera para esta mira, ESTAMIRA uma doce loucura em movimento, e é muito bom que a loucura nos empreste momentos de lucidez em relação a fé, ao consumo, ao trabalho, ao dinheiro e a felicidade. A missão de Estamira é "falar a verdade, somente a verdade, nem que seja a mentira para jogar na cara..."
Jardim Gramacho
sexta-feira, setembro 01, 2006
.:: A Primeira Fotografia - 1826
quinta-feira, agosto 31, 2006
Nagasaki Journey

No dia 10 de agosto de 1945 o fotógrafo Yosuke Yamatha chegou ao cenário devastador da cidade de Nagasaki, Japão, local onde os Estados Unidos da América lançaram a segunda bomba atômica sobre civis inocentes que estavam acordando para um dia de trabalho.
Visite o site:
http://www.exploratorium.edu/nagasaki/journey/journey1.html
Trecho final do livro: "A Câmara Clara" de Roland Barthes
"O que caracteriza as sociedades ditas avançadas é que hoje essas sociedades consomem imagens e não crenças, como as do passado; são, portanto, mais liberais, menos fanáticas, mas também mais "falsas" (menos "autênticas") - coisa que traduzimos, na consciência corrente, pela confissão de uma impressão de um tédio nauseabundo, como se a imagem, universalizando-se, produzisse um mundo sem diferenças (indiferente), donde só pode surgir, aqui e ali, o grito dos anarquismos, marginalismos e individualismos: eliminemos as imagens, salvemos o Desejo imediato (sem mediação).
Louca ou sensata? A Fotografia pode ser uma ou outra: sensata se seu realismo permanece relativo, temperado por hábitos estéticos ou empíricos (folhear uma revista no cabeleireiro, no dentista); louca, se esse realismo é absoluto e, se assim podemos dizer, original, fazendo voltar à consciência amorosa e assustada a própria letra do Tempo: movimento propriamente revulsivo, que inverte o curso da coisa e que eu chamarei, para encerrar, de êxtase fotográfico.
Essas são as duas vias da Fotografia. Cabe a mim escolher, submeter seu espetáculo ao código civilizado das ilusões perfeitas ou afrontar nela o despertar da intratável realidade."
Louca ou sensata? A Fotografia pode ser uma ou outra: sensata se seu realismo permanece relativo, temperado por hábitos estéticos ou empíricos (folhear uma revista no cabeleireiro, no dentista); louca, se esse realismo é absoluto e, se assim podemos dizer, original, fazendo voltar à consciência amorosa e assustada a própria letra do Tempo: movimento propriamente revulsivo, que inverte o curso da coisa e que eu chamarei, para encerrar, de êxtase fotográfico.
Essas são as duas vias da Fotografia. Cabe a mim escolher, submeter seu espetáculo ao código civilizado das ilusões perfeitas ou afrontar nela o despertar da intratável realidade."
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